Júlio Cesar Rodrigues lança livro e propõe reflexão sobre a vida na era da hiperconectividade

Noite de autógrafos de “Leia se (não) estiver ocupado” reuniu familiares, amigos, profissionais da comunicação e representantes do setor cultural em Arapongas. Obra reúne crônicas que transitam entre humor, filosofia e memórias afetivas. Autor questiona o excesso de velocidade e a conexão permanente na rotina contemporânea. Livro foi lançado na Escola Municipal de Artes Nitis Jacon.

O advogado, jornalista e escritor araponguense Júlio Cesar Rodrigues lançou, na noite desta quinta-feira (21), o livro “Leia se (não) estiver ocupado”. A noite de autógrafos foi realizada na Escola Municipal de Artes Nitis Jacon, em Arapongas, e reuniu familiares, amigos, profissionais da comunicação, empresários, agentes culturais e representantes de diferentes segmentos.

Publicado pela Editora Labrador, de São Paulo, o livro reúne crônicas que transitam entre o humor, a filosofia e as memórias afetivas para abordar um dos grandes desafios da vida contemporânea: o excesso de velocidade e a hiperconectividade.

Ao longo da obra, Júlio Cesar questiona a ideia de que estar permanentemente ocupado seja sinônimo de importância ou prestígio. Notificações, presença constante das telas e fragmentação da atenção aparecem como elementos para uma reflexão sobre a necessidade de desacelerar e recuperar o valor das pequenas coisas do cotidiano.

Dividido em oito partes, o livro valoriza o silêncio, a contemplação, o ócio criativo e os momentos de conexão verdadeira com o presente. O prefácio é assinado pela escritora e professora Geneviève Faé.

Durante o lançamento, Júlio Cesar lembrou que a obra já vinha despertando atenção antes mesmo de chegar oficialmente às livrarias, com destaque em veículos como a revista Veja, além de emissoras de rádio, televisão e portais de notícias.

O escritor também resgatou momentos de sua trajetória profissional que contribuíram para sua aproximação definitiva com as letras. Ainda jovem, assumiu a redação da Revista da Cidade, que circula em Arapongas há mais de 60 anos. Posteriormente, trabalhou como repórter em O Diário, na revista Pois É e na TV Cultura, em Maringá.