Arapongas mantém 50 casos confirmados de dengue e um de Chikungunya em 2026

Boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde mostra estabilidade no número de casos confirmados de dengue no município. O levantamento também registra um caso de Chikungunya e reforça o alerta para que a população elimine possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, especialmente com a previsão de chuvas nos próximos dias.

A Prefeitura de Arapongas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quarta-feira (05) o Informe Epidemiológico da Dengue, com dados referentes ao período de 19 de julho a 1º de agosto de 2026. De acordo com informações do Controle de Endemias, o município contabiliza 1.731 notificações da doença e permanece com 50 casos confirmados, sendo 37 de transmissão local e 13 importados.

O boletim também informa que foram registrados 1.676 resultados negativos e cinco casos seguem em investigação. Até o momento, não há registro de óbitos relacionados à dengue no município em 2026.

Em relação à Chikungunya, o informe mantém um caso confirmado, um descartado e quatro notificações da doença, que também é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

O coordenador do Controle de Endemias, Valdecir Pardini, reforça que, com a previsão de chuvas para os próximos dias, é fundamental que a população mantenha os cuidados para eliminar recipientes que possam acumular água. Pardini destaca ainda que a Prefeitura continua monitorando pontos de descarte irregular de resíduos, locais que podem favorecer a proliferação do mosquito transmissor.

A eliminação de água parada em recipientes como pneus, vasos de plantas, calhas, caixas d’água, garrafas e outros objetos expostos é considerada uma das principais medidas de prevenção contra a dengue, a Chikungunya e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A participação da população é apontada como essencial para reduzir a formação de criadouros do mosquito.

No Paraná, o boletim estadual registra 59.186 notificações de dengue, com 5.775 casos confirmados e cinco óbitos em decorrência da doença. Os dados reforçam a importância da vigilância contínua e das ações preventivas desenvolvidas pelos municípios para conter a circulação do vetor e reduzir novos casos.

Fonte: PMA