Em uma atividade conduzida pela psicóloga Marilda Pontes, mulheres atendidas pela Assistência Social de Arapongas refletiram sobre suas trajetórias ao longo de 2025. O encontro abordou mudanças internas, fortalecimento emocional e reconhecimento do próprio valor. Dinâmicas, exercícios corporais e momentos de partilha marcaram a iniciativa, voltada ao autoconhecimento e à valorização pessoal.
A Prefeitura de Arapongas, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), promoveu na terça-feira, 25, uma roda de conversa conduzida pela psicóloga Marilda Pontes. A atividade teve como tema “Eu não sou mais a mesma: o que mudou em mim este ano?” e foi direcionada a mulheres que participam de programas sociais do município.
Durante o encontro, as participantes foram incentivadas a revisitar o próprio percurso ao longo de 2025, identificando como se sentiam no início do ano e de que forma vivenciaram transformações internas. Entre os aspectos mencionados estiveram o fortalecimento da autoestima, a coragem para estabelecer limites e o resgate de sonhos pessoais que haviam sido deixados de lado.
A profissional conduziu dinâmicas em grupo e atividades corporais utilizando a metáfora da semente e da raiz, ressaltando que, mesmo diante de desafios, muitas mulheres já desenvolveram “raízes” de força, amor-próprio e consciência do próprio valor. O encontro também reuniu momentos de partilha, encorajamento coletivo e uma dinâmica final em que cada participante recebeu elogios e reconhecimentos de suas qualidades.
Ao finalizar a roda de conversa, a psicóloga reforçou que as participantes “não estão no mesmo lugar de quando o ano começou” e reiterou a importância de continuarem acreditando em seu valor, mantendo o direito de sonhar e realizar, como parte do processo contínuo de autoconhecimento.
Além das reflexões individuais, o encontro serviu como um espaço de fortalecimento comunitário, permitindo que as mulheres percebessem que seus desafios e conquistas são compartilhados por outras integrantes dos programas sociais. Essa identificação coletiva contribuiu para que muitas delas relatassem sensação de acolhimento e pertencimento.
A iniciativa também reforçou o papel da SEMAS na oferta de ações que buscam não apenas garantir direitos, mas promover bem-estar emocional e desenvolvimento pessoal. Segundo os organizadores, atividades como essa fazem parte de um esforço contínuo para ampliar o apoio às mulheres, estimulando autonomia, autoestima e vínculos comunitários fundamentais para a melhoria da qualidade de vida.
Fonte: PMA