Arapongas registra 1.412 casos confirmados de dengue e mantém alerta para prevenção

Novo informe epidemiológico aponta o avanço da dengue no período de 23 de novembro a 6 de dezembro, além de casos de chikungunya no município. Com as chuvas recentes e o aumento das notificações, o Controle de Endemias reforça a necessidade de atenção redobrada da população para eliminar possíveis criadouros do Aedes aegypti.

A Prefeitura de Arapongas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou o Informe Epidemiológico da Dengue referente ao período de 23 de novembro a 06 de dezembro. Conforme dados repassados pelo Controle de Endemias, o município contabiliza 9.222 notificações, sendo 1.412 casos positivos — 1.293 adquiridos na cidade e 119 importados. Há ainda 23 casos em investigação, 7.787 registros negativos e um óbito.

O informe também apresenta os dados relacionados à chikungunya. Até o momento, Arapongas soma sete casos confirmados, 12 notificações e quatro resultados negativos para a doença, também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

As chuvas que caíram nos últimos dias reforçam o alerta do coordenador do Controle de Endemias, Valdecir Pardini, para que a população mantenha os cuidados e elimine possíveis focos de água parada, reduzindo a proliferação do mosquito.

O aumento recente no número de notificações indica que o período chuvoso exige vigilância contínua. Segundo o setor de Endemias, locais como ralos, calhas, recipientes abertos e quintais com objetos acumulados continuam sendo os principais pontos de risco identificados durante as vistorias.

Além disso, a Secretaria de Saúde reforça que os agentes de combate às endemias seguem atuando nos bairros, realizando orientações, visitas domiciliares e monitoramento dos imóveis. O órgão destaca que a colaboração dos moradores é essencial para evitar novos casos e reduzir a circulação do vetor.

Situação no Paraná

O Estado registra 294.371 notificações, 91.851 casos confirmados e 145 óbitos em decorrência da dengue.

(Foto: Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Estado do Paraná – FUNEAS)

Fonte: PMA