População de Arapongas cresce 0,78% e chega a 124.838 habitantes, aponta IBGE
O aumento populacional foi de 975 pessoas, refletindo o crescimento do município que segue como um dos 24 do Paraná com mais de 100 mil habitantes. O IBGE divulgou as estimativas para 2025, com base no Censo Demográfico de 2022.
A cidade de Arapongas atingiu a marca de 124.838 habitantes, conforme a estimativa populacional divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em publicação no Diário Oficial da União, na quinta-feira, 28. A estimativa, que tem data de referência em 1º de julho de 2025, aponta que o município teve um crescimento de 0,78%, o que corresponde a um aumento de 975 pessoas em comparação com o ano anterior, quando Arapongas tinha 123.863 habitantes.
O aumento populacional coloca Arapongas entre os 219 municípios do Paraná que registraram crescimento no último ano e a posiciona como uma das 24 cidades paranaenses com mais de 100 mil habitantes. A cidade continua a se destacar no cenário estadual, refletindo seu desenvolvimento urbano e a melhoria nas condições de vida da população.
O Paraná, por sua vez, registrou um crescimento total de 65.852 novos habitantes, passando de 11.824.665 pessoas em 2024 para 11.890.517 em 2025, um aumento de 0,56%. O estado segue com a quinta maior população do Brasil, atrás de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia.
Em termos nacionais, o Brasil também apresentou um crescimento populacional de 0,39%, passando de 212.583.750 para 213.421.037 habitantes. A pesquisa do IBGE revela o aumento populacional de todos os municípios brasileiros, agora com 5.571 cidades, após a criação do município de Boa Esperança do Norte (MT), além do Distrito Federal e o distrito de Fernando de Noronha.
Esses dados são fundamentais para o cálculo de recursos como o Fundo de Participação de Estados e Municípios (FPE), utilizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A estimativa anual do IBGE é baseada no Censo Demográfico realizado em 2022, além das informações sobre nascimentos e óbitos extraídas de sistemas como o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e o Sistema de Informações sobre os Nascidos Vivos (Sinasc).
Fonte: PMA